A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) tomou os holofotes em 2014 quando o desafio
do balde de gelo tomou as redes sociais com o intuito de conscientizar as pessoas e
angariar recursos para ajudar na luta contra a ELA. Um dos físicos mais conhecidos
da história também possuía ELA: Stephen Hawking.


Originada pela degeneração progressiva no sistema nervoso, a ELA é considerada
uma doença rara que causa paralisia motora irreversível ao portador e é tida como
uma das principais doenças neurodegenerativas, juntamente das doenças de
Parkinson e Alzheimer.

Sintomas

Os sintomas da Esclerose Lateral Amiotrófica são a origem de seu nome:


● endurecimento dos músculos (esclerose);
● com início em um dos lados do corpo (lateral); e
● atrofia muscular (amiotrófica).

De forma mais detalhada, os sintomas acima costumam aparecer na pessoa após os
50 anos de idade e consistem em:


● perda gradual de força e coordenação muscular;
● incapacidade de realizar tarefas rotineiras, como subir escadas, andar e
levantar;
● dificuldades para respirar e engolir;
● engasgar com facilidade;
● babar;
● gagueira (disfemia);
● cabeça caída;
● cãibras musculares;
● contrações musculares;
● problemas de dicção, como um padrão de fala lento ou anormal (arrastando as
palavras);
● alterações da voz, rouquidão; e
● perda de peso.
Por ser uma doença progressiva, a ELA envolve a degeneração do sistema motor em
níveis, atingindo:
● nervos cranianos;
● coluna cervical;
● região torácica; e
● lombar.

Diagnóstico

Um diagnóstico para a Esclerose Lateral Amiotrófica deve ser procurado assim que
presente qualquer um dos sintomas e providenciado com um médico, podendo o
paciente passar em até cinco médicos antes do diagnóstico ser fechado e então ser
dado início no tratamento.

Tratamento

Por se tratar de uma doença sem cura, o tratamento visa retardar a evolução da
doença e proporcionar melhor qualidade de vida à pessoa, consistindo também no uso
de medicamento, como o riluzol, distribuído gratuitamente pelo SUS.


Fisioterapia, reabilitação, uso de órteses, de cadeira de rodas, ou outras medidas
ortopédicas podem ser necessárias para maximizar a função muscular e o estado de
saúde geral, conforme cada caso e de acordo com a evolução da doença.


Nossa equipe composta por profissionais capacitados também poderá te auxiliar
nessa jornada indicando cadeiras de rodas de alta qualidade e tecnologia voltadas à
sua necessidade e que te proporcionem melhor qualidade de vida e autonomia.